Criança alagoana luta para fazer tratamento com células-tronco na China
A esperança de uma família alagoana está toda depositada em uma equipe médica da China. A pequena Rebecca Amorim, que hoje tem 9 anos, nasceu com a patologia micro-lisencefalia, um fato raro em todo mundo. Muitas das funções dela foram afetadas.
"Ela não fala, não senta, não anda e se alimenta através de sonda. Todos os dias é uma luta com muita esperança", afirma a mãe, Samanta Amorim, que recebeu a notícia dos médicos que Rebecca só teria um ou dois anos de vida. "Chegamos aos nove (anos) contrariando as expectativas da ciência. Queremos apenas um qualidade melhor de vida para ela, a qual temos um amor incondicional", disse o pai, Clodoaldo Amorim.
Os pais descobriram através da internet que através do tratamento com células-tronco, a pequena pode recuperar algumas funções, como comer melhor e até sentar. "Já tentamos todos os tipos de terapias existentes no Brasil mas nada deu um resultado satisfatório", lembra a mãe. Na província chinesa de Jiangsu existe um grupo médico (Beike Biotecnologia) que desenvolve tratamentos utiliza células-tronco desde 1999.
Várias pessoas do mundo já se submeteram a tratamentos nos hospitais desse grupo, inclusive crianças portadoras de Paralisia cerebral, na mesma, ou em condições piores a da Rebecca. "Enviamos a documentação dela para China e eles aceitaram cuidar do caso dela, o que foi a primeira vitória. A luta agora será para conseguir os recursos desta viagem e deste tratamento que é muito caro".
Para levar a pequena alagoana até a China a família estima um gasto aproximado de R$ 130 mil. Para que isso aconteça eles lançaram numa campanha na internet e nos meios de comunicação. Mais informções sobre este caso e de como ajudar o portal é www.rebeccamaceio.webnode.com.br.
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