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Gecoc também vai investigar atentado contra Nivaldo Albuquerque

08:08 - 08/02/2012 Sidney Tenório
Eduardo Tavares determina entrada do Gecoc nas investigações de atentado
Eduardo Tavares determina entrada do Gecoc nas investigações de atentado

O Grupo Estadual de Combate ao Crime Organizado (Gecoc), do Ministério Público Estadula, vai entrar nas investigações do atentado contra o universitário Nivaldo Ferreira Albuquerque Neto, filho do deputado estadual Antônio Albuquerque. O crime ocorreu na tarde da última sexta-feira (3), na fazenda de propriedade da família, em Limoeiro do Anadia. O jovem levou quatro tiros e permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Arthur Ramos, em Maceió.

A determinação para a entrada dos promotores do Gecoc nas investigações foi dada pelo procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares Mendes, no fim da tarde desta terça-feira (7). Com isso, a competência do caso também deve passar para os juízes da 17ª Vara Criminal, já que o o Ministério Público, dono da ação penal, considera haver características de que o atentado tenha sido praticado por organização criminosa.

Segundo a determinação do procurador-geral, os promotores do Gecoc vão acompanhar as investigações que estão sendo realizadas pela comissão formada pela Polícia Civil, que conta com os delegados Kelman Vieira, Maurício Henrique Duarte e Ana Luiza Nogueira.

Eduardo Tavares considerou inadmissível que em Alagoas ainda ocorra crimes contra o praticado contra o filho do deputado. "Não há mais espaço para a pistolagem e a barbárie entre nós”, destacou.

O promotor Luiz Vasconcelos, coordenador do Gecoc, explicou que serão ouvidos familiares e amigos do estudante, além de funcionários da fazenda, bem como analisadas as câmaras de vídeo cedidas pela Prefeitura de Limoeiro do Anadia.

Vasconcelos disse que já havia um promotor acompanhando o caso. "Agora estaremos de forma oficial. O procurador-geral de Justiça irresignado com este caso de violência determinou que o Gecoc evite todos os esforços para localizar os culpados e levá-los ao julgamento e a seguinte condenação com todos os rigores da lei”, afirmou o coordenador do Gecoc.


 



Fonte: Com assessoria

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